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    Nova Zelândia

    Snapshot

    Overview

    Overview

    › Capital:

    Wellington

    › Idioma:

    Inglês e Maori

    › Data de fundação do país:

    26 de Setembro de 1907

    › População:

    4.844.200
    (Dez/2017)

    › Área:

    268.680 km²
    (73º maior país do mundo)

    › Fuso Horário:

    +15h em relação ao Horário de Brasília

    › Moeda:

    Dólar da Nova Zelândia (NZD)

    › Mão do trânsito:

    Mão inglesa

    › Voltagem:

    220/240 volts

    › Custo de vida médio:

    Não é fácil oferecer uma ideia muito apurada de custo de vida na Nova Zelândia, uma vez que os preços variam de cidade para cidade e também de acordo com o estilo de vida de cada pessoa. Mas é possível fazer algumas estimativas, como essas quatro calculadas por universidades neozelandesas, e, a partir daí, tentar estabelecer uma média:

    - Victoria University: entre NZ$ 18.000 e NZ$ 27.000
    - University of Auckland: entre NZ$ 20.000 a NZ$ 25.000
    - University of Otago: entre NZ$ 15.000 a NZ$ 20.000
    - Massey University: entre NZ$ 15.000 a NZ$ 18.000

    › Sistema Político:

    Monarquia constitucional com sistema parlamentar de governo

    › Taxa de Inflação:

    1.1%
    (Jan/2018)

    › Taxa de desemprego:

    4.4%
    (Jan/2018)

    › IDH (Índice de desenvolvimento humano):

    Colocação: 13º
    Pontuação: 0,915
    (2017)

    › PIB:

    U$ 185.02 bilhões
    (2016)

    › Índice de Liberdade Econômica:

    Colocação: 3º
    Pontuação: 84,2
    (2018)

    › Índice de melhor país para se viver:

    Colocação: 2º
    (2017)

    › Religião predominante:

    Cristã (55,6%)
    (2016)

    Climate

    Climate

    O clima da Nova Zelândia é moderado e varia de subtropical no norte a temperado no sul. Ou seja, vai esfriando conforme deixa para trás cidades como Auckland ou Hamilton e desce, especialmente para os lugares altos da Ilha Sul, como os alpes, que no inverno podem chegar a extremos de -10 °C. Em tempo: é ótimo, pois significa que a temporada de neve está aberta. Durante o ano são mais de 2 mil horas de luz na Nova Zelândia, apesar do país apresentar índices de precipitações elevados.

    Economy

    Economy

    Impulsionada pelas exportações, que representam 30% do PIB, a economia da Nova Zelândia tem nas commodities primárias cerca de metade de suas exportações de bens, sendo o país um dos cinco maiores exportadores de lácteos do mundo. O solo fértil e as excelentes condições de cultivo, juntamente com métodos e tecnologias agrícolas avançadas, proporcionam o ambiente ideal para essas atividades, que vêm se diversificando nos últimos tempos à medida em que os exportadores procuram cada vez mais produtos de valor agregado, como vinho e "alimentos preparados", em substituição à lã, por exemplo.

    Complementando a produção primária estão os setores de manufatura e serviços e as empresas de alta tecnologia, além das indústrias de turismo, produção cinematográfica e do já citado vinho, que ganham cada vez mais mais importância. Os cinco principais parceiros comerciais em 2016 foram, por ordem, Austrália, China, União Européia, EUA e Japão. Nos últimos 30 anos, a economia da Nova Zelândia vem se tornando menos regulamentada e mais livre, com maior competitividade internacional. O ambiente é de inflação baixa, com política monetária administrada pelo Banco Central, que é independente. Já a política cambial é de taxas flexíveis a longo prazo, sem controles ou restrições sobre a entrada ou repatriamento de fundos.

    Government & Politics

    Government & Politics

    A Nova Zelândia é uma monarquia constitucional com sistema parlamentar de governo, o que significa que o chefe de estado é o soberano da Grã-Bretanha, no caso, a Rainha Elizabeth II, representada no país pelo governador-geral. A Nova Zelândia usa o sistema de "governo responsável", que só pode ser formado por ministros que sejam membros eleitos da Câmara dos Representantes. Para chegar ao governo, o partido ou coalizão precisa ter a maioria dos assentos na Câmara. Nesse caso, o líder é apontado como primeiro-ministro e governa o país enquanto conserva essa maioria. No momento em que perde, seja através de eleições ou de rearranjos da base de apoio, o governo cai.

    History

    History

    Com mais de 500 milhões de anos, a formação conhecida hoje como Nova Zelândia fazia parte de Gondwana, o supercontinente que começou a se dividir há cerca de 160 milhões de anos. A separação da Nova Zelândia ocorreu por volta de 85 milhões de anos atrás, sendo que os primeiros habitantes só começaram a desembarcar há mil anos. Viajando em canoas de Hawaiki, o lar original dos polinésios, segundo a mitologia desses povos, os maoris foram os primeiros a habitarem Aotearoa, como eles chamam a Nova Zelândia.

    O primeiro europeu a avistar o país foi o navegador holandês Abel Tasman, em 1642, e foram também os holandeses que, em 1645, batizaram Aotearoa de Nova Zeelandia, em homenagem à província de Zeeland, na Holanda. Pouco mais de um século depois, em 1769, o explorador britânico James Cook mapeou a costa do território e anglicizou o nome para New Zealand.

    Com a Nova Zelândia no mapa, europeus e norte-americanos passaram a explorar a área, comercializar produtos e se estabelecer na Ilha Norte, espalhando doenças, armas e provocando grande redução dos maoris. Com presença cada vez maior de franceses, a Coroa Britânica enviou o capitão William Hobson para comprar as terras dos principais líderes maoris, o que ocorreu com a assinatura do Tratado de Waitangi, em 6 de fevereiro de 1840, documento considerado fundador do país. Pouco tempo depois, em 21 de maio de 1840, Hobson declarou a soberania britânica sobre todo o país, oficializando a Nova Zelândia como colônia de New South Wales, na Austrália, pertencente à Coroa Britânica.

    Imigrantes, sobretudo da Grã-Bretanha, passaram a desembarcar em maior número e as parcas cidades da Ilha Norte começaram a crescer. A capital, até então em Auckland, no norte da Ilha Sul, passou para Wellington, também na Ilha Norte, mas em posição mais central em relação ao restante do país para ter mais controle sobre o que ocorria na Ilha Sul. Assim caminhou até 1907, quando a Nova Zelândia declarou-se um domínio dentro do Império Britânico, com governo próprio.

    Flora & Fauna

    Flora & Fauna

    Com 80% de flora nativa, a Nova Zelândia possui mais de 20% de seu território coberto por parques nacionais, áreas e reservas florestais, incluindo duas maravilhas dentro do continente listadas como patrimônio da humanidade pela UNESCO: Tongariro, no centro da Ilha Norte, e Te Wahipounamu, no sudoeste da Ilha Sul. Ao todo são 14 parques nacionais administrados pelo Departamento de Conservação que oferecem, em meio a natureza deslumbrante, atividades como caminhada, ciclismo de montanha, esqui, snowboarding, canoagem, pesca de trutas e muito mais.

    Já para os aficcionados por mar e mergulho, a Nova Zelândia possui 34 reservas marinhas, incluindo locais mundialmente famosos como as fantásticas Poor Knights Islands, que reúnem águas turbulentas banhadas pelo sol, florestas de kelp, águas escuras de várias cavernas, jardins de esponjas, campos de gorgônias e peixes subtropicais que não são encontrados em nenhum outro lugar do país, incluindo o spotted black groper, mosaic moray e o peixe de coral de Lord Howe.

    O grande símbolo nacional da Nova Zelândia, claro, é o kiwi, ou quivi, ou quiuí, ave noturna com narinas na extremidade de seu grande bico que, à medida que evoluiu sem predadores naturais, foi ficando incapaz de voar, pois suas asas se tornaram desnecessárias. O kiwi, hoje, está ameaçado de extinção, mas ainda é possível observá-lo nos zoológicos e parques de animais selvagens. Outras aves famosas da Nova Zelândia são o brincalhão kea, uma das mais inteligentes do mundo, o weka, que sente atração por objetos brilhantes, o takahe, que possui bela plumagem azulada e bico vermelho e o tui, famoso por seu belo canto e "colarinho de padre". Já a tuatara, única espécie sobrevivente de sua família, é considerado um fóssil vivo, já que pouco se modificou desde os tempos dos dinossauros. Com características entre lagartos, tartarugas e aves, a tuatara é um réptil que pode viver mais de 100 anos e é encontrado somente em ilhas costeiras protegidas.

    Cost of Living

    Cost of Living

    Não é fácil oferecer uma ideia muito apurada de custo de vida na Nova Zelândia, uma vez que os preços variam de cidade para cidade e também de acordo com o estilo de vida de cada pessoa. Mas é possível fazer algumas estimativas, como essas quatro calculadas por universidades neozelandesas, e, a partir daí, tentar estabelecer uma média:

    Victoria University: entre NZ$ 18.000 e NZ$ 27.000
    University of Auckland: entre NZ$ 20.000 a NZ$ 25.000
    University of Otago: entre NZ$ 15.000 a NZ$ 20.000
    Massey University: entre NZ$ 15.000 a NZ$ 18.000

    O site oficial de Imigração da Nova Zelândia também oferece uma ferramenta interessante de simulação, totalmente interativa, em que a pessoa insere algumas informações sobre onde pretende morar, se sozinha ou acompanhada, a profissão e o estilo de vida e a ferramenta simula uma estimativa de despesas e da própria receita.

    Link: https://www.newzealandnow.govt.nz/living-in-nz/money-tax/comparable-living-costs

    Public Transport

    Public Transport

    As opções de transportes públicos disponíveis na Nova Zelândia incluem ônibus, trens, bondes e balsas. Os custos variam de acordo com a localidade e o tipo de transporte. Em geral, há integração entre os diferentes meios e concessionárias, o que agiliza o tempo de deslocamento e baixa o custo. Os sites dos governos locais são muito completos e fornecem todas as informações necessárias sobre opções de transporte, horários e custos. Vale também pesquisar os diferentes tipos de bilhetes e se há cartão pré-pago disponível na região, para descobrir qual alternativa se encaixa melhor no seu dia a dia e economizar.

    Se você pretende dirigir na Nova Zelândia, a sua carteira de habilitação brasileira poderá ser aceita por até 12 meses, mas desde que esteja traduzida para o inglês por um profissional juramentado e acompanhada do passaporte e da Permissão Internacional para Dirigir (PID). Após 12 meses, será obrigatório mudar para uma habilitação local. Um cuidado especial: devido às condições climáticas rigorosas, com neve, gelo e nevoeiro, as estradas podem ser traiçoeiras no inverno, principalmente na Ilha Sul e ao redor das montanhas.

    O governo incentiva o cidadão a deixar o carro em casa e usar transportes públicos ou veículos que não poluem, como as bicicletas. Por isso, a maioria das cidades oferece guias rebaixadas e dezenas ou centenas de quilômetros de ciclovias. No trânsito, os ciclistas possuem praticamente os mesmos direitos e deveres dos motoristas de carro, mas com a obrigatoriedade do capacete.

    Intercâmbio Nova Zelândia

    De norte a sul, ou melhor, da Ilha Norte à Ilha Sul, ou vice-versa, a Nova Zelândia é um lugar único, com paisagens absolutamente deslumbrantes, cidades seguras, altamente desenvolvidas e com elevado índice de qualidade de vida, além de um povo simpático e hospitaleiro cuja “camaradagem” se tornou um valor social.

    A Nova Zelândia possui três patrimônios históricos reconhecidos pela UNESCO, Tongarido National Park (no centro da Ilha Norte), Te Wahipounamu (no sudoeste) e Subantarctic Islands (a sudeste da Ilha Sul), mas quem hoje conta como poucos a exuberância de suas terras, lagos, montanhas, parques e praias é o cinema.

    A região rural de Waikato, por exemplo, virou a Terra-Média das trilogias “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, e o Kaitoke Regional Park, ao norte de Wellington, a Rivendell dos elfos. Já “As Crônicas de Nárnia” aproveitou a icônica vista para a Cathedral Cove, perto da península Hereherataura, para ambientar as ruínas do castelo Cair Paravel; e a Flock Hill Station, em Canterbury, para a batalha final entre as forças de Aslam e o exército da Feiticeira Branca. O Aoraki/Mount Cook, pico mais alto da Nova Zelândia, foi o desafio de “Limite Vertical”; enquanto que as encostas do Uruti Valley, em Taranaki, o local onde Tom Cruise viveu “O Último Samurai”. Em Oreti Beach, vasta extensão de areia, surfe e sol no extremo sul do país, o lendário Burt Munro quebrou recordes e mais recordes de velocidade em “Desafiando os Limites”; enquanto que na praia de Lyall Bay, no sul da Ilha Norte, também ótima para o surfe, é o lugar onde o dinossauro de “King Kong” foi capturado.

    Soma-se a esses cenários paradisíacos os mundialmente famosos All Blacks (seleção de rugby), a ave kiwi (o símbolo nacional da Nova Zelândia) e o povo Maori (os primeiros habitantes) e você tem um pouco da identidade nacional do país.

    FAQ

    • 1) Por que intercâmbio na Nova Zelândia

      Quando se busca um destino para fazer intercâmbio, além de questões iniciais como orçamento e a língua que deseja aprender ou aprimorar, outros dois pontos são muito importantes para ajudar na decisão: estilo de vida e relevância para o futuro. Qual é o tipo de vida que você almeja durante o período de intercâmbio? O que você pretende levar ao término da experiência?

      Com infra-estrutura de primeiro mundo e construídas em meio a natureza deslumbrante, seja entre duas baías, às margens de um imenso lago, cercada por montanhas ou à beira-mar, as principais cidades da Nova Zelândia possuem qualidade de vida invejáveis, pois ao mesmo tempo em que são relativamente pequenas e pouco populosas, o que facilita demais a mobilidade no dia a dia, são limpas, seguras e com uma infinidade de atrações culturais, esportivas e de lazer.

      Aliado a isso, a Nova Zelândia dispõe de uma economia estável com pleno emprego, possibilita ao estudante internacional trabalhar 40 horas por semana durante o período das aulas (e em tempo integral durante as férias de verão) e possui um sistema de ensino chancelado como o segundo melhor do mundo pela Legatum Prosperity Index Institute 2017, que avalia 142 países.
    • 2) Como solicitar o visto para a Nova Zelândia

      A WEST 1 auxilia os estudantes em todas as etapas do planejamento do intercâmbio, inclusive na aplicação do visto que é feito através de um departamento próprio com diversos especialistas capacitados a realizarem esse tipo de processo oferecendo todo o conforto e segurança aos estudantes que podem planejar a viagem em um único lugar.

      O departamento de vistos da WEST 1 irá ajudar com a organização de todos os documentos para a solicitação do seu visto e acompanhará todo o processo junto a Embaixada Neozelandesa.

      Existem dois tipos de visto mais comuns para os estudantes internacionais na Nova Zelândia e eles vão variar de acordo com a duração do curso que você irá realizar. O primeiro caso é o visto de turista, que é destino a cursos inferiores a 14 semanas de duração, já para cursos superiores a esse período o intercambista irá precisar de um visto de estudante.

      Além do passaporte e da carta da escola com a confirmação do curso, o estudante irá precisar de alguns documentos adicionais para solicitar um visto de estudos como, por exemplo, seguro saúde governamental, comprovantes acadêmicos (diploma, histórico escolar e etc), carta de intenção, histórico profissional e currículo, os documentos podem variar dependendo das exigências de cada instituição.

      Além disso será solicitado ao estudante a comprovação da disponibilidade financeira que é de NZ$ 1250 x a quantidade de meses (Ex: NZ$ 1250 x 6 meses de curso = NZ$ 7,500). Para cursos superiores a 1 ano o estudante precisará comprovar apenas os 12 primeiros meses. Os vistos podem ser aplicados até 120 dias antes do início das aulas, e é recomendado não mesmo que 60 dias.

      As taxas para aplicação do visto para a Nova Zelândia são as seguintes:

      • Visto de Turismo - Isento
      • Visto de Estudos - NZ$ 270,00

       

      Para mais informações sobre o processo de aplicação do visto consulte a unidade WEST 1 mais próxima de você!
    • 3) 8 Motivos para estudar na Nova Zelândia


      1. Estudante internacional pode trabalhar 40 horas por semana durante o período das aulas (e em tempo integral durante as férias de verão);

      2. Segundo melhor sistema de educação do mundo (Legatum Prosperity Index Institute 2017);

      3. Oito universidades entre as 500 melhores do mundo, sendo que uma está no top 100 (QS World University Rankings 2018);

      4. Duas cidades entre as 100 melhores do mundo para estudar (QS World University Rankings 2018);

      5. Segundo país mais pacífico do mundo (Global Peace Index 2017);

      6. São oito universidades subsidiadas pelo governo, 15 Institutos de Tecnologia e Politécnicos (ITPs) e cerca de 550 Estabelecimentos de Ensino Privado (PTEs);

      7. Agências do governo regulam e monitoram a qualidade de todas as áreas do sistema de educação;

      8. Nenhum lugar da Nova Zelândia fica a mais de 128 km do mar.

    • 4) Sistema educacional na Nova Zelândia

      Segundo melhor sistema de educação do mundo, de acordo com o Legatum Prosperity Index Institute 2017, o governo da Nova Zelândia, através de suas agências e ministério, é o principal responsável por garantir a qualidade, em todos os níveis, das instituições públicas e privadas.

      No centro do sistema de ensino superior está o New Zealand Qualifications Authority (NZQF), enquanto que especificamente para o estudante internacional o Code of Practice for the Pastoral Care of International Students é o código de ética estabelecido pelo governo que determina o tipo de conduta que as instituições devem seguir.

      Para o estudante internacional, há basicamente três tipos de ensino: Inglês, Vocacional (PAVE - Professional and Vocational Education) e Superior.

      Inglês


      Independentemente do nível do inglês, sempre há um programa adequado. O General English é o curso mais procurado pelos estudantes brasileiros que desembarcam na Nova Zelândia. A própria escola, após teste no primeiro dia, encaminha o estudante para o nível mais apropriado. São eles:

      1. Básico

      2. Pré-intermediário

      3. Intermediário

      4. Pré-avançado

      5. Avançado


      As escolas também oferecem outras opções de cursos de inglês, como:

      1. English for Academic Purposes: ideal para quem deseja aprimorar o inglês acadêmico, visando o ingresso em alguma universidade ou instituto técnico.

      2. Examination Preparation: ideal para quem deseja se preparar para os testes de proficiência de Língua Inglesa, como IELTS (International English Language Testing System), TOEFL (Test of English as a Foreign Language) e Cambridge.

      3. English for Specific Purposes: ideal para quem deseja aprender inglês dentro de áreas específicas de atuação como marketing, turismo e tecnologia da informação, por exemplo.


      Vocacional


      Em geral oferecidos pelos Institutos de Tecnologia e Politécnicos (ITPs) e pelos Estabelecimentos de Ensino Privado (PTEs), os programas de PAVE - Professional and Vocational Education são voltados para desenvolver habilidades específicas para o mercado de trabalho, dentro de uma grande variedade de qualificações.

      Ensino superior


      A Nova Zelândia possui oito universidades subsidiadas pelo governo, sendo que todas aparecem entre as 500 melhores do mundo, de acordo com o QS World University Rankings 2018. Dessas, o principal destaque é a University of Auckland, ranqueada entre as 100 melhores (82a). Auckland também aparece com destaque no ranking das melhores cidades do mundo para estudantes, está na 23a, enquanto que Christchurch, em 69o lugar, é a outra cidade neozelandesa entre as 100 melhores do planeta. Com mais de 20 mil estudantes internacionais, vindos de 160 países, as instituições da Nova Zelândia proporcionam ambientes altamente diversificados e culturalmente ricos, além de uma metodologia que ensina a pensar de maneira criativa, confiante e analítica, o que é muito valorizado e reconhecido por empresas em todo o mundo.
    • 5) Sobre a Nova Zelândia

      A Nova Zelândia é formada por 16 regiões, sete na Ilha Sul (Tasman, Nelson, Marlborough, West Coast, Canterbury, Otago e Southland) e nove na Ilha Norte (Northland, Auckland, Waikato, Bay of Plenty, Gisborne, Hawke's Bay, Taranaki, Manawatu-Wanganui e Wellington), sendo que a cidade principal desta última, que também chama-se Wellington, é a capital do país desde 1865.

      Constituída por duas ilhas principais de aproximadamente 1.600 quilômetros, e muitas ilhas menores, o país tem praticamente o mesmo tamanho da Grã-Bretanha e do Japão, mas com uma população que não chega a 5 milhões de habitantes. Entre as principais ascendências dos neozelandeses estão os povos europeus (69%), seguidos pelos maoris (14,6%), asiáticos (9,2%) e insulares pacíficos não-maoris (6,9%).

      Mais de três quartos da população vive na Ilha Norte, sendo um terço em Auckland. Wellington, a segunda cidade mais populosa do país, também está na Ilha Norte, mas a sudeste. Ambas concentram a cena política, econômica, financeira e cultural do país. Já a Ilha Sul, que tem como espinha dorsal as gigantescas Southern Alps e cidades como Christchurch e Queenstown, é conhecida mundialmente pelos esportes radicais, rotas de aventura e paisagens paradisíacas, incluindo fiordes e geleiras.
    • 6) Trabalho na Nova Zelândia

      Na Nova Zelândia, estudante internacional pode trabalhar 40 horas por semana durante o período das aulas e em tempo integral durante as férias de verão. Os primeiros trabalhos, em geral, são de meio período em cafés, restaurantes, pubs e hotéis. Em cidades como Auckland e, principalmente, Christchurch, que vem se reconstruindo de recentes terremotos, a construção civil é uma área com enorme demanda, em todos os níveis, de pedreiro a engenheiro. Para os estudantes que pensam em voos mais altos, a melhor estratégia para conseguir trabalho na área de interesse, ao ingressar em uma universidade, é começar a fazer o curso e, aí sim, aplicar para as vagas, em vez de tentar fazer contato antecipadamente do Brasil. E, uma dica para qualquer pessoa que vá estudar e deseja trabalhar na Nova Zelândia: faça voluntariado. No país, esse tipo de serviço é considerado trabalho, é extremamente valorizado, serve como referência na hora de procurar uma vaga remunerada e contribui demais para a adaptação.
    • 7) Cultura Neo Zelandesa

      Do haka ao hip-hop, da moda ao cinema, os artistas da Nova Zelândia são fortemente influenciados pelos maoris e pela estética do Pacífico Sul, assim como pelos europeus e asiáticos. O resultado é uma cultura original e dinâmica, que cada vez mais ganha o mundo, seja através de nomes da música como Crowded House, Pauly Fuemana (OMC), Bic Runga, HLAH, Stellar, Shihad e King Kapisi, filmes como “Once Were Warriors”, “The Piano”, “Heavenly Creatures” e “The Lord of the Rings” e, claro, diretores do calibre de Roger Donaldson (“Cocktail”), Jane Campion (“The Piano”), Lee Tamahori (“The Edge”) e o mais icônico de todos, Peter Jackson, das trilogias “The Lord of the Rings” e “The Hobbit”.

      Devido à grande distância da Europa e dos Estados Unidos e à proximidade com a Austrália, as grandes atrações internacionais, ao desembarcarem na Austrália, em geral estendem suas turnês para a Nova Zelândia, principalmente para as duas maiores cidades da Ilha Norte, Auckland e Wellington, que são também os dois principais centros culturais do país, com vibrante cena de arte tradicional, clássica e contemporânea, galerias, museus, teatros, cinemas e suas respectivas orquestras sinfônicas e filarmônicas.

      A paixão neozelandesa por atividades ao ar livre expressa-se não somente nos esportes radicais e aventuras, alguns deles criados no país, como o bungee jumping, por exemplo, como também na veneração por esportes consagrados mundialmente, sobretudo o rúgbi, representado pelos lendários All Blacks, um dos símbolos nacionais, e pelo críquete, a única modalidade que faz frente ao rúgbi em termos de audiência veneração.
    • 8) Turismo na Nova Zelândia

      O turismo é o maior setor de exportação da Nova Zelândia em termos de receitas em moeda estrangeiras, empregando diretamente, em 2016, 188.136 pessoas (7,5% da força de trabalho) do país e contribuindo com $ 12,9 bilhões para o PIB (5,6% do total). Neste mesmo ano, os turistas geraram $ 2,8 bilhões em receita de impostos sobre bens e serviços (GST). Sabendo da importância não só para a economia nacional, mas também do potencial para alavancar as economias locais, o governo investe demais na infra-estrutura para receber os turistas e também promovendo a Nova Zelândia internacionalmente. Entre os tipos de roteiros para se fazer, destacamos dez:

      • Saltos e aventuras nos ares

      • Atividades aquáticas

      • Esportes na neve

      • Stargazing

      • A Terra-Média de “O Senhor dos Anéis”

      • Trilhas a pé e de bike

      • Cultura Maori

      • Natureza e vida selvagem

      • Vinho e gastronomia

      • Vulcões


      É possível afirmar que a Ilha Norte é a parte mais desenvolvida da Nova Zelândia, com cidades como Auckland, Hamilton e Wellington, enquanto que a Ilha Sul é mais “roots”, com mais belezas e atrações naturais, apesar de também ter cidades importantes como Christchurch, Queenstown e Dunedin. Por isso, vale muito a pena rodar o máximo possível.

      Para distâncias curtas, carros e ônibus atendem bem. Para viagens entre as ilhas, é necessário pegar avião ou balsa. Há voos diários disponíveis entre os aeroportos regionais e várias balsas de passageiros e veículos entre a Ilha Norte e a Sul, e também para outras ilhas. E se a ideia é cair na estrada com total liberdade para decidir os destinos seguintes, alugar motorhome ou campervan é uma alternativa muito comum na Nova Zelândia, que oferece estacionamentos por toda parte, inclusive em áreas remotas. É possível retirar o veículo em uma cidade e devolvê-lo em outra, mas é fundamental ter sempre em mente que se for viajar no verão ou no outono, é imprescindível reservar com antecedência, tanto o carro quanto os estacionamentos.

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